domingo, 23 de maio de 2010

Inaugurações

 
Havia algumas novidades a serem experimentadas. Um sofá novo. Uma roupinha ainda inédita. E um cuzinho ainda não bem comido. Nós nunca transamos num sofá, e agora que ela comprou um novo, planejamos "inaugurá-lo", trepando em todos os sentidos nele. Eu tenho uma tara em come-la com uma minissaia e com um blusinha, mas ainda não calhou fazermos isso. E apesar de algumas tentativas, seu cuzinho ainda não foi comido do jeito que eu quero e do jeito que ela quer: ser completamente arrombado. Por isso, meu tesão estava elevando ao cubo por essas possibilidades.

Ele tinha ido para uma pescaria, teríamos uma noite e um dia juntos. Na casa dela. Ela foi me buscar, pois um carro estranho na garagem dela levantaria suspeitas. Se bem que imaginar os vizinhos curiosos sobre quem a estaria comendo nesta noite, só aumentava a vontade. Mas não podíamos nos arriscar mais do que já estávamos nos arriscando. Assim, entrei abaixado no carro, na verdade, deitado em seu colo, com a boca pertinho da buceta que logo estaria chupando.

Queria agarrá-la ali mesmo no carro, deitá-la no capô e chupar sua buceta, foder sua boca sentada na escada, pregá-la na parede, meter meu cacete em sua xana, enquanto ela ficava de quatro na escada... mas tinhamos um objetivo em mente: dar a primeira trepada da noite no sofá, enquanto filmávamos tudo. Assim, ficamos só nos beijos e amassos, enquanto subíamos para a sala.

Quando chegamos, sentei-me no sofá, enquanto ela foi até o quarto. Enquanto ela se preparava, posicionei uma câmara, que focalizou o sofá. A outra, ficaria à mão, para termos closes do que faríamos. E o que eu faria com aquela mulher maravilhosa, com uma blusinha branca sexy, que evidenciava seus peitos perfeitos e aquela minissaia azul e mini de vedade, além de sua boca gostosa sorrindo para mim, estava fora de qualquer previsão. Quando ela se virou, a minissaia permitiu ver, se é que se pode chamar aquele fiozinho branco de visão, uma calcinha fio dental minúscula. O conjunto todo era de enlouquecer.

Esbocei me levantar, mas ela veio até mim e me fez ficar sentado. Sentou-se no meu colo e me beijou de uma maneira que só ela sabe beijar, servindo-me e servindo-se, enquanto suas mãos afagavam minha nuca e percorriam minhas costas. E sua bucetinha pressionava meu pau, não sei se num ato pensado de me levar ao desejo incontrolável, mas com certeza estava me enlouquecendo de vontade.

Ela baixou uma alça da blusinha e me ofereceu um seio delicioso, que mamei com vontade. Seus seios tem uma cor, um gosto, uma forma e uma firmeza que me enlouquecem. Sugá-los famintamente, enquanto ela rebola sentada em meu colo, me tira do ar. Então, sempre me beijando, começou a desabotoar minha camisa. O toque de suas mãos me arrepiam. Seus beijos quentes, em dominam. Assim, de olhos fechados, sentindo a pressão de sua bucetinha no meu cacete em o roçar de seus dedos, fico todo envolvido.

Com a camisa aberta, sua boca começa a percorrer meu pescoço, meu peito, minha barriga, enquanto suas mãos hábeis já estão abrindo o zíper da minha calça social. Sempre na iniciativa, ela vai com a boca até ele, que salta da calça direto para sua boca. Então ela começa aquela mamada de enlouquecer, beijando a cabeça dela e percorrendo-o com os lábios e a língua, fazendo-o desaparecer um sua boca. Com suas mãos aveludadas ela acaricia ele, descendo com sua boca até minhas bolas, beijando-as uma a uma, colocando-as na boca, provocando um prazer intenso, difícil não gritar o nome dela.

Quase gozo na boca dela. Mas estamos só no começo. Para evitar encher a boca dela com minha porra, eu a puxo para mim, beijando-a intensamente. Então, saindo do sofá eu a posiciono de quatro. Nessa posição, a minissaia revela toda a beleza de seu bumbum e de sua buceta, ambos deliciosos. Não resisto. Começo mordiscando seu bumbum, mas logo afasto sua calcinha de lado e começo a beijar, lamber, saborear sua xaninha. Enquanto minha lingua percorre sua fendinha, meu dedos acaricia a entradinha dela. Ela geme, e isso me dá ainda mais vontade.

Por isso, baixando a sua calcinha até metade das coxas, posiciono meu cacete na entrada da buceta dela, e começo a esfregar nela, como ela gosta. Até que ela pede para ser invadida, então lentamente mergulho meu cacete naquela buceta ensopada, sentindo cada milímetros de prazer. Quando enterro tudo nela, com minhas bolas quase entrando junto, começo tirar e cravar, tirar e cravar, puxando-a pelos cabelos. Meto com tanta vontade que ela goza no meu pau, e eu mais uma vez tenho que me esforçar para não gozar ainda.

Para isso, tiro meu cacete, me abaixo e mais uma vez chupo-a com gosto, sorvendo cada gota de seu melzinho. Com minha língua, começo a lubrificar seu cuzinho. Ela percebe o que eu quero, se posiciona com o bumbum empinado, oferecendo seu cuzinho para meu deleite. Não me faço de rogado, posiciono a cabeça dele na entrada e, acompanhando o rebolado dela, começo a invadir o seu rabo. Seu cuzinho apertadinho se abre à investida de meu ferro, e embora gemendo alto, ela se deixa ser encravada por um cacete duro como um pau. Quando meu cacete desaparece em seu bubum, pego a máquina, e num close, filmo a reirada dele, bem devagarinho, até sair todo. Seu cuzinho já virou um cu, mas ainda não foi alargado o suficiente. Então, começo a entrar e sair de seu rabo, cada vez mais rápido e com mais força. Ela enfia o dedinho na buceta, se masturbando enquanto é enrabada prá valer.

Em me faz sentar novamente e, posicionando meu cacete em riste na entrada de seu rabo, senta-se nele, engolindo com seu cu meu cacete. Assim, enquanto ela sobe e desce no meu mastro, atolando-o completamente, oferece seus lábios e seus seios, para mim. Até que mais uma vez, goza gritando meu nome. Levanta, se vira e, de frente para a câmara, senta em meu colo, dizendo para a câmara como se sente tendo seu cuzinho estourado pelo seu macho. Eu não me aguento mais, digo que vou gozar. 

Ela se deita no sofá, com o bumbum sobre o braço do sofá. Seu rabo pronto para ser enchido de porra. Sua buceta linda querendo um pouquinho para ela. Sua boca entreaberta, me dá o maior tesão. Sua blusinha levantada, mostrando os dois seios, também querendo ser lavados com porra. Essa visão é irresistível. E eu não resisto, metendo com gosto em seu rabo, gozo feito louco. Gozo no seu cuzinho e na sua buceta e minha porra escorre, do seu cuzinho para seu bumbum, da sua buceta, para sua barriga.

Então eu a beijo, e deitados no sofá inaugurado, revemos as fotos e o video de nossa transa.

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