terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Às margens do lago


No segundo dia de nosso encontro, fui buscá-la no trabalho. Não tínhamos muito tempo, umas duas horas aproximadamente. Quando a vi vindo em minha direção, com uma calça jeans descorada e uma blusa dourada, percebi porque a amava: ela é simplesmente deslumbrante, mesmo quando vestida de forma simples.

Entramos no carro e fomos para a margem do lago, não sem antes nos atrapalharmos com as entradas, como sempre. Depois de estacionar o carro, puxar o freio de mão e outros medidas de segurança, fomos para o banco de trás. Verdade que quando saímos do carro para ir para trás, eu já estava com o zíper aberto e sua blusa desabotoada.

Então começamos uma sessão amasso deliciosa, com beijos, apertos, gemidos e palavras de desejo, mas interrompidos quando alguém passava próximo do carro (ainda estava claro). Às vezes interrompíamos a pegação, para ela se exibir diante da minha câmara, que registrava os mais belos seios e a boca mais desejável do mundo. Baixei sua calça o suficiente para ver uma borboleta amarela, lindamente bordada em sua calcinha branca.

Eu já não me aguentava mais, chupar seus seios e beijar sua boca enquanto sua mão acariciava meu pau me deixou latejando de desejo. Então, sabendo o que eu precisava, ela se inclinou e abocanhando-o começou uma chupada como só ela sabe dar. Nessa hora pouco importava se chegava alguém ou não, com os olhos fechados curti, gemendo alto, aquela mamada deliciosa. Até que não resistindo mais, gozei em sua boca e ela, como sempre, recebeu tudo, até a última gota. Tem como não amar uma mulher assim?

Dali fomos para um MacDonalds...

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